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Tudo o que você precisa saber sobre a gestão compartilhada da saúde

Tudo o que você precisa saber sobre a gestão compartilhada da saúde   Você sabe como funciona a gestão compartilhada entre o Poder Público e uma Organização Social? Nós preparamos esse artigo para te ajudar a entender de forma completa cada dever e responsabilidade desse modelo de gerenciamento dos serviços públicos!   Primeiro, o que é uma Organização Social? Uma OS é uma organização pública de direito privado e sem fins lucrativos, que trabalha para atender aos interesses da comunidade. Uma Organização Social pode compartilhar a gestão de diversos setores do Poder Público, como saúde, educação, cultura, pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico e meio ambiente.   Como funciona a gestão compartilhada com uma OS? No caso das Organizações Sociais de Saúde (OSS), as atividades estão ligadas ao gerenciamento de serviços e instalações do Sistema Público de Saúde, como: Hospitais; UPAs (Unidades de Pronto Atendimento); UBS (Unidades Básicas de Saúde); Rede APS (Atenção Primária da Saúde); PSF (Programa da Saúde da Família); SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência); NASF (Núcleo de Apoio à Saúde da Família); ESB (Gestão de Saúde Bucal). A escolha e contratação da OSS acontece por meio de um processo licitatório, nas esferas municipais, estaduais ou federais. Os contratos podem ter 12 meses ou mais de duração e apresentam metas, prazos de execução, responsabilidades e obrigações do Poder Público e da Organização Social. Do início ao fim do projeto da gestão compartilhada, a Organização tem o dever de gerar relatórios periódicos, analisados por uma comissão de avaliação que, da mesma forma, presta contas à autoridade supervisora. Aliás, cada ação e investimento deve ser fiscalizada! Conforme previsto no Art. 9º da Lei Nº 9.637 (1988), qualquer irregularidade ou ilegalidade na utilização de recursos ou bens de origem pública por Organização Social deve ser relatada ao Tribunal de Contas da União, sob pena de responsabilidade solidária.   O que muda na prática? Na gestão compartilhada, o governo usufrui do privilégio da divisão de alguns deveres, de forma a se dedicar a outras funções, como planejamento e fiscalização. Nesse caso, a OSS utiliza verba pública para administrar e gerir o setor da saúde, sem poder obter qualquer lucro pelo serviço prestado, o que facilita o controle e a supervisão dos gastos com a saúde. Além disso, uma vez que as Organizações Sociais não estão submetidas às mesmas normas de gestão de recursos humanos, compras, contratos e execução orçamentária da administração pública, há mais agilidade, eficiência e qualidade nos serviços prestados.   Como fica a administração das equipes de funcionários? No projeto de gestão compartilhada, a OSS pode estabelecer novos processos seletivos e gerenciar a contratação ou desligamento de colaboradores, bem como investir em programas de treinamento e capacitação. No entanto, os servidores públicos continuam sob a responsabilidade do governo, bem como seus planos de carreira, cargos e salários permanecem os mesmos. A diferença é que ambas as equipes atuam juntas em um mesmo campo de trabalho. O foco desse modelo de projeto é a humanização, ética e qualidade do serviço prestado. Assim, cada possibilidade de melhoria que promova a agilidade e a otimização do atendimento é uma responsabilidade da OSS, incluindo consultorias e a educação continuada de todos os profissionais! O Instituto Mais Saúde, por exemplo, é uma Organização Social de Saúde com projetos de humanização e desenvolvimento tecnológico do serviço público de saúde em diversos estados brasileiros. Conheça os resultados alcançados pelo Instituto nos municípios de Barão de Cocais e Ibirité, em Minas Gerais, para entender na prática todas as vantagens e possibilidades desse modelo de gestão!

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Você sabe como funciona a saúde pública municipal?

Você sabe como funciona a saúde pública municipal?   Um dos maiores sistemas públicos de saúde do mundo, o SUS (Sistema Único de Saúde) atende mais de 190 milhões de brasileiros, garantindo acesso integral, universal e gratuito para toda a população. No entanto, para o controle eficiente dos serviços e recursos da saúde em todos os 5.570 municípios do Brasil, determinadas tarefas e responsabilidades precisam ser divididas. Entenda como funciona a saúde pública municipal!   Saúde pública municipal: Quais são os serviços prestados? Conforme a lei nº 8.080, de 19 de setembro de1990, o SUS propõe a distribuição de competências entre as diferentes esferas governamentais – Federal, Estadual e Municipal.  Em conjunto, todas devem oferecer ao nosso país: Atenção básica – Atendimentos e ações preventivas, como consultas de rotina e vacinação; Atenção secundária – Atendimento a casos que demandam acompanhamento especializado, como cardiologia e oftalmologia; Atenção terciária – Atendimento a pacientes que precisam ser internados e acompanhados de forma mais próxima; Atenção integral – Atendimento a pacientes que já receberam tratamento, mas precisam de um acompanhamento posterior, como fisioterapia. A partir dessas diretrizes, o Sistema Único de Saúde definiu diferentes unidades de atendimento para cada objetivo: Postos de Saúde, Unidades Básicas (UBS), Unidades de Pronto-Atendimento (UPA) e Hospitais. A implantação dessas unidades reúne recursos financeiros e esforços de todas as esferas gerenciais (Ministério da Saúde, Governo Federal e Prefeitura), mas a responsabilidade de gerenciar os serviços prestados é cabível à saúde pública municipal.   Compromissos e responsabilidades da saúde pública municipal O fortalecimento da gestão da saúde pública municipal constitui uma importante estratégia do Ministério da Saúde para assegurar a resolubilidade, qualidade e humanização das ações e serviços prestados à população. Nesse contexto, cada Prefeitura deve garantir os serviços de atenção básica à saúde para todo o município, exercendo as funções de coordenação, articulação, negociação, planejamento, acompanhamento, controle, avaliação e auditoria dos projetos. Além de contribuir com o cumprimento das políticas nacionais e estaduais, também é responsabilidade da saúde pública municipal criar políticas e projetos próprios para o setor, utilizando no mínimo 15% da receita da cidade, em conjunto aos valores repassados pela União e pelo estado. Entre as principais funções dos gestores da saúde pública municipal, podemos citar: Administração de todos os serviços de saúde prestados no município, desde as atividades mais simples, como consultas e vacinas, até as mais complexas, como o transplante de órgãos; Organização e controle dos laboratórios e hemocentros; Identificação de problemas e definição de prioridades no âmbito municipal; Planejamento de ações e serviços necessários; Organização dos serviços públicos e contratação de serviços privados quando necessário; Definição e monitoramento de metas relevantes, conforme o cenário do município; Implantação e revisão de métodos e processos de trabalho e hemocentros; Identificação de problemas e definição de prioridades no âmbito municipal; Planejamento de ações e serviços necessários;  Como o setor privado contribui com a saúde pública municipal? Para o gerenciamento otimizado dos serviços e das unidades, o Poder Público pode contratar serviços especializados de empresas privadas, em todas as esferas governamentais e níveis de atenção à população. O processo inicia-se a partir de uma licitação, para que as empresas se qualifiquem para o serviço que será prestado. Uma das soluções cada vez mais aplicadas à saúde pública municipal é a gestão compartilhada com Organizações Sociais de Saúde (OSS). Nesse modelo, as Prefeituras se beneficiam de uma parceria para a administração dos serviços e das unidades. Como as OSS não estão submetidas às mesmas normas de recursos humanos, compras, contratos e execução orçamentária da administração pública, é possível garantir maior agilidade, eficiência e qualidade aos projetos. O Instituto Mais Saúde, por exemplo, é uma OSS que exerce a gestão compartilhada sem fins lucrativos em conjunto às Prefeituras. Atualmente, o Instituto apresenta dois grandes projetos, nas cidades de Ibirité e Barão de Cocais, definindo ações e estratégias com foco na humanização, economia e inovação no atendimento à saúde pública municipal. Saiba mais sobre esses projetos: Gestão compartilhada em Ibirité Gestão compartilhada em Barão de Cocais

Tapajós

Mesmo atendendo casos de Covid-19, Hospital Regional do Tapajós chega à marca de 100 cirurgias

Mesmo atendendo casos de Covid-19, Hospital Regional do Tapajós chega à marca de 100 cirurgias A equipe do HRT já realizou procedimentos em Cirurgia Geral, Ortopedia e Traumatologia e Neurocirurgia, fortalecendo o Sistema Único de Saúde no Sudoeste do Pará Com o atendimento ampliado em traumatologia pelo regime de porta aberta, sem necessidade de encaminhamento, o Hospital Regional do Tapajós (HRT), em Itaituba, Sudoeste do Pará, registrou na tarde da última quarta-feira (10) a marca de 100 procedimentos cirúrgicos, um marco para a região do Tapajós e para a trajetória do HRT, que em pouco tempo se tornou referência em atendimento humanizado e de qualidade a pacientes diagnosticados e com suspeita da infecção pelo novo coronavírus. “Quando o Hospital Regional do Tapajós iniciou o atendimento em traumatologia pelo regime de ‘porta aberta’, em 18 de janeiro deste ano, foi mais uma estratégia do Governo do Pará para ofertar desse tipo de serviço para outras regiões, a fim de suplantar uma dificuldade que tínhamos em fazer a regulação rápida desses pacientes”, frisa o secretário de Estado de Saúde Pública, Rômulo Rodovalho. A centésima cirurgia no HTR, na área de Ortopedia, foi realizada em um homem de 19 anos Os principais procedimentos cirúrgicos foram realizados nas seguintes especialidades: Cirurgia Geral, Ortopedia e Traumatologia e Neurocirurgia. A centésima cirurgia ocorrida foi ortopédica, em um homem de 19 anos. Trabalho em equipe – A sintonia das equipes e a qualidade na oferta dos serviços foram decisivas para que as operações ocorressem com sucesso. “Não é só um processo de fazer cirurgias ou de fazer saúde de alta complexidade em Itaituba. É um processo do pioneirismo, onde todos esses profissionais, e a própria população, estão envolvidos na criação de alta complexidade”, afirma o neurocirurgião Erik Simões, responsável pela primeira neurocirurgia emergencial em paciente com traumatismo craniano no HRT. O especialista destaca, ainda, a oferta do serviço no HRT para a população da região do Tapajós. “É gratificante para nós, profissionais, e para todos os gestores, pois permite que a população seja cuidada na sua integridade, em sua própria região, um dos direitos fundamentais dos cidadãos. E o número de 100 cirurgias é simbólico, pois mostra que estamos no caminho do progresso e da oferta de cuidado integral a todos os pacientes”, enfatiza. Eficiência – Os primeiros cem procedimentos cirúrgicos foram alcançados em menos de dois meses de funcionamento do centro cirúrgico, ressalta a diretora-geral do HRT, Karla Cajaíba. “Em pouco tempo atingimos a marca de 100 cirurgias, mesmo enfrentando e combatendo uma pandemia, que por muitas vezes acaba afastando as pessoas de hospitais e tratamentos de saúde. O Centro Cirúrgico do HRT tem possibilitado mais soluções e atendimento em saúde com procedimentos cirúrgicos à população da região do Tapajós. As equipes multiprofissionais capacitadas e a estrutura moderna evidenciam a qualidade e eficácia nos procedimentos aqui realizados”, acrescenta a gestora hospitalar. O médico ortopedista e traumatologista Leonard Cabral também destaca a importância da ampliação dos atendimentos. “Foi um marco, principalmente no que se refere a cirurgias ortopédicas no município de Itaituba, pois era uma carência que tinha tanto na cidade como na região, e participar desse marco foi de extrema importância, visto que sou filho da região”, pontua o especialista. Leonard Cabral frisa, ainda, a agilidade das equipes no transporte dos pacientes politraumatizados até o HRT, que considera essencial para os procedimentos. “Isso tem sido um dos fatores principais, pois temos admitido os processos cirúrgicos em quadro inicial, o que garante melhores resultados aos pacientes”, afirma. (Com informações de Douglas Gomes). Por Melina Marcelino (SESPA)

Santarém

UPA 24h: Onze pacientes receberam alta está semana e sala vermelha da Unidade está sem pacientes graves

UPA 24h: Onze pacientes receberam alta está semana e sala vermelha da Unidade está sem pacientes graves Hoje, 4 de março, foram cinco alta médicas e a Unidade está sem nenhum paciente grave internado desde e até o momento Nesta primeira semana de março seis mulheres e cinco homens puderam retornar para casa recuperados da COVID-19. Foram momentos de muita emoção entre pacientes, familiares e a equipe multiprofissional da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 horas que puderam compartilhar a alegria e o alivio de reencontrar a família e ir para casa. A equipe também comemorou hoje o fato de pela primeira vez, em meses, a sala vermelha, setor que recebe pacientes com quadro clinico delicado, não registrar nenhuma internação desde de ontem, 03 de março, ficando, portanto, vazia.As homenagens para altas aconteceram em forma de corredor humano organizado pelo setor do psicossocial, onde cada alta protagonizou cenas emocionantes para quem estava na Unidade.No início da tarde de hoje, 04 março, Francisca Costa de 82 anos, pôde voltar para casa e rever os 10 filhos e o companheiro de 96 anos. Dona Francisca passou sete dias na Unidade e se tornou um exemplo de disposição para viver. “Eu Venci, com o poder de Deus. Eu sentia falta da minha família, mas aqui todos cuidaram muito bem de mim”, contou ela.Cremilda Lopes, 58 anos, recebeu alta na última terça-feira, no momento da saída, ela até tentou segurar as lágrimas, mas foi só rever a filha que a emoção veio à tona. Depois de cinco dias internadas, a paciente demonstrou ser uma guerreira e dona de uma alegria que encantou enfermeiros e técnicos. “Não tem coisa mais importante que vê a família da gente. Estou muito feliz de poder voltar para casa”, disse ela emocionada.Também receberam altas os pacientes Maria de Araújo, 92 anos, Joaquim Neves, 88 anos e Afrânio Melo, 51 anos. Além deles, os pacientes A. M., 25 anos, E.do N., de 40 anos, O. M. M. das F., 46 anos, R. L. da C., 51 anos e H. S. L., 40 anos também se recuperam do vírus. Mãe de 8 filhos menores de idade volta pra casaEntre as altas está Beatriz Gomes, de 36 anos, que estava ansiosa para rever os oito filhos que aguardavam retorno dela para casa. Ela recebeu alta na manhã da última terça-feira, 02 de março, as duas filhas mais velhas esperavam na porta da Unidade cheias de saudade. Os outros seis filhos mais novos aguardavam em casa para o tão esperado almoço em família.Durante o período que esteve internada, Beatriz disse que o maior desafio e tristeza era a distância dos filhos, principalmente do mais novo de apenas um ano. Ela, que é moradora da comunidade Santa Rosa, do município de Mojuí dos Campos, conta que assim que soube que iria receber alta médica pediu para a família, através de um vídeo, para almoçar o seu eu prato favorito. “Eu amo galinha caipira e pedi isso as minhas filhas mais velhas. Com certeza vai ser um momento de muita alegria”, disse ela emocionada na saída da Unidade.

Ibirité

UPA 24h – Ibirité

UPA 24h – Ibirité O novo fluxo da UPA24h do Hospital Regional de Ibirité trouxe maior eficiência e prontidão para a população! Conta com Clínica Geral, Ortopedia, Pediatria e Cirurgia Geral e o Instituto Social Mais Saúde vem trabalhando a cada dia para uma saúde humanizada. https://www.institutomaissaude.org.br/wp-content/uploads/2020/06/video_ibirite.mp4

Castelo de Sonhos

Hospital de Castelo de Sonhos deve ser entregue neste primeiro semestre

Hospital de Castelo de Sonhos deve ser entregue neste primeiro semestre As obras de construção do hospital de Castelo de Sonhos, em Altamira, devem ser concluídas até abril deste ano, de acordo com o relatório da visita realizada pela equipe técnica da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedop), no último dia 23. Ao todo, a unidade de saúde deverá atender por mês, em média, 20 mil habitantes da comunidade, incluindo o distrito de Cachoeira da Serra e as aldeias/ indígenas do entorno.  “O hospital vai facilitar o acesso à saúde pra quem reside no distrito e em comunidades próximas, até porque as principais vias de acesso para chegar à Castelo de Sonhos são pela Transamazônica e Santarém-Cuiabá. Ambas de difícil acesso”, explicou o secretário adjunto de Gestão e Obras da Sedop, Arnaldo Dopazo. O local disponibilizará 33 leitos, distribuídos entre Emergência e Internação, além de salas de apoio e consultórios. As obras iniciaram em 2014, mas seguiram em ritmo lento, e receberam investimentos de mais de R$ 19 milhões do Orçamento Geral do Estado. “Desde o início desta gestão, estamos dando mais celeridade a obras que seguiam em ritmo lento. Nosso objetivo é levar qualidade no atendimento à saúde de comunidades de todo o Pará”, complementou.  Com informações de agência Pará

Saúde e Bem-estar

10 Dicas de como cuidar da conjuntivite

10 Dicas de como cuidar da conjuntivite Olhos vermelhos, irritados e com secreção… não é difícil identificar a causa desses sintomas, não é mesmo? A conjuntivite é uma inflamação nas pálpebras e na membrana externa do globo ocular (parte branca dos nossos olhos), e apesar da maioria das pessoas encará-la como altamente contagiosa, ela também pode não ser transmissível. Entenda os diferentes tipos e como cuidar da conjuntivite! O que pode causar a conjuntivite? Além dos sintomas que mencionamos acima, outros sinais podem te ajudar a avaliar se a conjuntivite é realmente o caso, como inchaço das pálpebras, lacrimejamento intenso, visão embaçada, dificuldade em abrir os olhos ao acordar e maior sensibilidade à luz. Agora, para saber como cuidar da conjuntivite da melhor forma, primeiro é preciso entender suas causas! Essa inflamação pode ser de origem viral, bacteriana e até alérgica, provocada pela reação a poluentes ou substâncias químicas. Entenda as diferenças! Quais são os tipos de conjuntivite? Atualmente é possível encontrar 3 tipos diferentes de conjuntivite, sendo elas: 1. Infecciosa A conjuntivite infecciosa é a mais comum, e também a mais contagiosa, podendo ser transmitida tanto pelo ar como pelo contato à região (por isso, é fundamental evitar colocar as mãos nos olhos sem higienizá-las antes). No caso da conjuntivite infecciosa, podemos encontrar 3 variações: Conjuntivite viral: Causada pelo vírus “adenovírus” e transmitida a partir do contato, a conjuntivite viral geralmente leva até 4 dias para exibir os sintomas; Conjuntivite bacteriana: A mais contagiosa, a conjuntivite bacteriana é caracterizada por secreções mais espessas e amareladas nos olhos; Conjuntivite fúngica: A mais rara, a conjuntivite fúngica é geralmente provocada por lesões nos olhos, a partir do contato com materiais que apresentam fungos, em especial a madeira. Esse é o tipo mais difícil de ser tratado e pode, inclusive, prejudicar a visão do paciente. 2. Alérgica A conjuntivite alérgica não é contagiosa e ocorre devido a uma reação alérgica por ácaros e pólen. Doenças como asma e rinite podem ter ligação com este tipo de conjuntivite, assim como o uso lentes de contato. Os sintomas mais comuns na conjuntivite alérgica são coceira e vermelhidão nos olhos. 3. Tóxica Apesar de rara, a conjuntivite tóxica pode provocar danos graves à visão, quando não tratada corretamente. Ela pode ser provocada pela reação a produtos químicos, como venenos agrícolas, produtos de limpeza, inseticidas e até mesmo a cosméticos, como shampoos e maquiagem. Como cuidar da conjuntivite? Em geral, a conjuntivite ataca os dois olhos, pode durar de uma semana a 15 dias e não costuma deixar sequelas, mas é sempre importante manter a atenção para preveni-la e tratá-la da melhor forma. Em casos de contágio, mantenha a atenção com os seguintes cuidados: Evite aglomerações ou piscinas de academias ou clubes; Lave com frequência o rosto e as mãos; Faça compressas nos olhos com água gelada filtrada, ou com soro fisiológico; Evite coçar os olhos; Prefira as toalhas de papel, ao invés de toalhas de tecido para enxugar o rosto e as mãos; Troque as fronhas dos travesseiros diariamente; Suspenda o uso de substâncias químicas na região dos olhos; Suspenda o uso de lentes de contato até que os sintomas desapareçam; Não utilize colírios sem a prescrição médica, pois podem provocar complicações e agravar o quadro da conjuntivite; Não deixe de procurar um médico para entender qual é o tipo do contágio e como cuidar da conjuntivite corretamente. Alguns casos devem ser tratados com o uso de antibióticos e remédios específicos, por isso, é fundamental consultar um especialista.

Barão de Cocais

Barão de cocais

Barragem em Barão de Cocais: Instituto Mais Saúde prepara hospital  Desde o dia 08 de fevereiro de 2019, o município de Barão de Cocais está em alerta com a possibilidade de rompimento de uma das barragens da Mina de Gongo Soco. Os riscos têm se tornado cada vez mais eminentes, demandando um posicionamento preventivo das Organizações Públicas e, em especial, da Mineradora Vale. Entenda quais ações estão sendo discutidas e implementadas na área da saúde pública para que a região esteja preparada em caso de rompimento da barragem em Barão de Cocais! Divisão de responsabilidades contra riscos de barragem em Barão de Cocais Desde o incidente em Brumadinho, instituições e órgãos públicos têm estabelecido medidas protetivas e preventivas para as comunidades que vivem em regiões próximas a barragens de mineração em todo o país. Nos últimos meses, o município de Barão de Cocais tem recebido atenção especial, em razão da possibilidade de rompimento da barragem Sul Superior, também pertencente à Vale. De acordo com a mineradora, o rompimento da barragem de Barão de Cocais pode ocorrer até o próximo sábado, dia 25 de maio. A comunicação clara e honesta quanto aos riscos para toda a população é considerada pelo Ministério Público do Estado de Minas Gerais como uma das responsabilidades da Vale, que deve também contribuir com a preparação de toda a comunidade local. Da mesma forma, as Prefeituras da região e toda a Gerência Regional de Saúde de Itabira também atuam no planejamento e na implantação de medidas capazes de garantir a capacidade de resposta às urgências e emergências nos hospitais e unidades de saúde de Barão de Cocais e dos municípios vizinhos.O Instituto Mais Saúde, como a Organização Social responsável pela gestão compartilhada do Hospital Waldemar das Dores, também está comprometido com a capacitação e adequação de toda a equipe e a estrutura da unidade para o acolhimento integral da população em caso de rompimento da barragem. Instituto Mais Saúde segue cronograma de ações em Hospital Waldemar das Dores Desde o dia 18 de maio, a Prefeitura de Barão de Cocais e o Instituto Mais Saúde, em conjunto à Secretaria de Estado de Saúde Minais Gerais e à Coordenação Estadual de Urgência e Emergência, entre outros órgãos competentes, vêm discutindo oportunidades de melhorias e iniciativas importantes para a preparação de toda a região. Durante as reuniões, já foi estabelecido um Plano de Contingência Municipal, que considera diversas variáveis e visa implementar uma série de medidas para o gerenciamento de riscos. Além disso, entre ontem e hoje também está sendo discutido a mobilização de ações emergenciais, definição de pontos focais, organograma, responsabilidades, fluxos e agenda de trabalho. Entre as ações que foram estabelecidas no relatório e já estão em fase de implementação, podemos citar: Implementação de um Centro de Emergências em Saúde Pública nos municípios de Barão de Cocais e Santa Bárbara; Liberação de leitos no Hospital Waldemar das Dores; Planejamento de ações para a garantia do fornecimento de água para a população local; Preparação dos serviços e das equipes de saúde para atuação coordenada em diversos cenários de risco; Indicação das necessidades de apoio das demais esferas do SUS, com foco na resposta adequada às emergências; Finalização da instalação dos geradores nos serviços de saúde; Acompanhamento, organização e distribuição dos estoques estratégicos de insumos, medicamentos e vacinas entre as unidades; Sensibilização dos profissionais de saúde da rede assistencial para abordagem psicossocial de toda a população. Dessa forma, todos os profissionais, órgãos e serviços de saúde estão completamente preparados para o atendimento humanizado e integral aos munícipes em caso de qualquer risco de rompimento da barragem em Barão de Cocais. Um resultado de uma gestão da saúde em movimento!

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Atenção primária à saúde: Quais são os serviços oferecidos?

Atenção primária à saúde: Quais são os serviços oferecidos? Você conhece a rede de atenção primária à saúde (APS)? Nesse artigo, nós vamos te explicar tudo o que você precisa saber sobre o funcionamento desse sistema, de forma a estar por dentro de todos os serviços que você tem direito! Primeiro, o que é a atenção primária à saúde? Nós já explicamos aqui no blog como funciona o Sistema Único de Saúde (SUS) e a saúde pública municipal, apresentando a distribuição de competências e serviços entre as unidades e esferas governamentais. Uma delas é justamente a atenção primária à saúde, também conhecida como atenção básica à saúde (ABS). Considerada a porta de entrada do usuário do SUS, a rede APS é a primeira divisão do sistema, responsável por realizar o atendimento e acompanhamento de rotina, tratando e prevenindo problemas simples. A estratégia tem como objetivo garantir a integralidade, continuidade e eficiência da rede pública de saúde. Como funciona a rede APS? A rede de atenção primária à saúde, como define o Ministério Público, se refere a um conjunto de ações, no âmbito individual e coletivo, que envolve a promoção e a proteção da saúde. Esse papel inclui a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação, a redução de danos e a manutenção da saúde. A partir disso, esse nível de atenção também coordena o encaminhamento dos pacientes para a atenção secundária e terciária sempre que é necessário um atendimento especializado. Um dos focos da APS é manter o vínculo com os pacientes ao longo de toda a vida, atuando de forma próxima e humanizada. Existem diferentes configurações desse sistema, que variam conforme o município, mas a principal estratégia utilizada atualmente é a saúde da família (ESF), que aprofunda os processos de territorialização e responsabilidade sanitária das equipes de saúde, basicamente compostas por um médico, enfermeiro, auxiliar de enfermagem e agentes comunitários de saúde. Nesse modelo, cada grupo é responsável por assistir um número definido de domicílios e famílias por região. Em conjunto à assistência domiciliar, há também as Unidades Básicas de Saúde (UBS), que oferecem acolhimento, atenção médica e bucal, distribuição e administração de medicamentos, vacinas, visitas domiciliares, atividade em grupo nas escolas, nas associações e de educação em saúde. Assim, você pode se cadastrar na UBS mais próxima a você e se dirigir à unidade sempre que precisar de atendimento médico emergencial ou de rotina, basta apresentar: Cartão SUS; Comprovante de residência; Documento de identificação; Cadastro na Unidade para acompanhamento regular. OBS: No caso de pessoas em situação de rua ou em que há risco de vida, estes documentos não são exigidos. Serviços oferecidos na rede de atenção primária à saúde Acolhimento e identificação da necessidade médica; Consultas individuais e coletivas feitas por médicos, enfermeiros e dentistas; Visita e atendimento domiciliar; Cuidados para a saúde bucal; Vacinação; Desenvolvimento das ações de controle da dengue e outros riscos ambientais em saúde; Pré-natal e puerpério; Acolhimento da mãe e do bebê após alta na maternidade; Rastreamento de câncer de colo uterino (preventivo) e câncer de mama; Curativos; Planejamento familiar; Teste do pezinho; Teste rápido de sífilis e HIV; Teste rápido de gravidez; Prevenção, tratamento e acompanhamento de doenças sexualmente transmissíveis e de doenças infecto-contagiosas; Acompanhamento de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e doenças respiratórias; Ações de promoção da saúde e proteção social na comunidade; Controle do tabagismo. Gestão compartilhada na rede de atenção primária à saúde Como você pôde perceber, a atenção primária à saúde é uma iniciativa essencial para o acolhimento e a humanização da saúde no Brasil. No entanto, o programa sofre com alguns desafios, como financiamento, desvalorização política e social, além de dificuldades na capacitação profissional das equipes. Pensando nisso, uma das estratégias cada vez mais utilizadas na administração municipal da saúde é o estabelecimento de uma gestão compartilhada com Organizações Sociais sem fins lucrativos. Dessa forma, há a desburocratização, economia e agilidade nos processos gerenciais para as unidades e programas e ações, em diferentes esferas. Entenda como funciona um projeto de gestão compartilhada e todas as vantagens que esse modelo traz para todo o Sistema Único de Saúde!

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Sintomas da rinite e sinusite: Entenda as diferenças

Sintomas da rinite e sinusite: Entenda as diferenças Com nomes e sintomas similares, é comum que a rinite e a sinusite sejam confundidas. No entanto, apesar de estarem relacionadas e afetarem as mesmas regiões, as inflamações são diferentes e apresentam sinais que devem ser diagnosticados e tratados de forma específica. Conheça as causas, os tratamentos e os sintomas da rinite e sinusite para entender a diferença entre elas! Rinite A rinite é uma inflamação que ocorre nas mucosas do nariz, geralmente provocada por reações alérgicas, vírus ou bactérias, poeira, pólen, pelos de animais, gripes ou resfriados e, inclusive, variações na temperatura e umidade do ar. A rinite alérgica é menos comum do que a inflamação causada por vírus e bactérias, e normalmente requer a análise do histórico do paciente, exame das passagens nasais e teste cutâneo para o diagnóstico adequado. Sintomas da rinite Coceira no nariz; Coriza; Obstrução nasal; Espirro; Dor de cabeça; Coceira nos olhos; Secreção nasal transparente. Os sintomas da rinite podem ser classificados em: Agudos: Duram entre 7 e 10 dias; Crônicos: Persistem por mais de 3 meses. Formas de tratamento Antialérgicos; Descongestionantes nasais; Corticoides; Vacinas contra alergias; Medicamentos de uso prolongado que previnem a ocorrência da inflamação. Sinusite Diferente da rinite, a sinusite é causada por uma inflamação das mucosas dos seios da face, região que fica abaixo e acima dos olhos. Ela também pode ser classificada em aguda ou crônica. No primeiro caso, a inflamação se manifesta em crises, que provocam forte dor facial, secreção purulenta no nariz, tosse e febre. Enquanto que na sinusite crônica os sintomas são geralmente mais discretos, porém mais frequentes, como uma tosse persistente e dor entre os olhos. As causas podem ser vírus, bactérias, fungos, reações alérgicas e até resfriados mal tratados. Sintomas da sinusite Dor na face; Dor de cabeça; Sensação de peso na cabeça; Obstrução nasal; Coriza; Tosse, especialmente no período da noite; Sensação de pressão no rosto; Febre ocasional; Inflamações em outras regiões, como garganta e ouvidos. Um ponto a ressaltar é que, além de muitos sintomas da rinite e da sinusite serem diferentes, geralmente o primeiro caso é mais recorrente e duradouro. Formas de tratamento Antibióticos; Corticoides; Descongestionantes nasais; Cirurgia, em casos específicos. O que fazer para combater os sintomas da rinite e sinusite? Manter a casa e o ambiente de trabalho limpos e arejados; Evitar contato com mofo e poeira; Não utilizar perfumes e cheiros fortes nos períodos de crise; Evitar ar-condicionado; Fazer inalação e lavagem nasal, conforme recomendação médica; Praticar atividades físicas, especialmente natação; Beber bastante água. A rinite não tem cura, mas pode ser tratada e controlada, diminuindo as crises com o tempo, enquanto que a sinusite pode ser resolvida a partir do tratamento adequado. Dessa forma, é essencial consultar um médico, realizar os exames necessários e seguir com a prescrição para prevenir o agravamento e a recorrência dos sintomas!

Ibirité

1 ano e meio de gestão compartilhada da saúde em Ibirité

1 ano e meio de gestão compartilhada da saúde em Ibirité Desde setembro de 2017, o Instituto Mais Saúde e a Prefeitura de Ibirité realizam a gestão compartilhada do Hospital e Maternidade Regional de Ibirité, administrando os serviços sempre com foco na humanização, na economicidade dos processos e na qualidade do atendimento. Diferentes iniciativas e campanhas foram estabelecidas, a partir da missão de cuidar da área da saúde com comprometimento e garantir a satisfação dos pacientes e colaboradores. Hoje, queremos compartilhar as principais realizações e conquistas desse projeto com você! Hospital Regional de Ibirité Com a implementação de melhorias e reformas significativas na unidade de atendimento, o Hospital Regional de Ibirité está se tornando uma referência na qualidade do atendimento à saúde para toda a sua região, recebendo diariamente a população do município e de outras cidades, como Ribeirão das Neves, Brumadinho, Igarapé, Sarzedo, Betim, Três Marias e Vale do Jequitinhonha. Uma estrutura completa e profissionais verdadeiramente preparados permitem um atendimento de qualidade em diversas especialidades médicas, desde clínica e cirurgia geral, pediatria, ginecologia e obstetrícia, até ortopedia e oftalmologia. A realização de cirurgias por vídeo desde abril de 2018, bem como o investimento em novos leitos e em profissionais capacitados, o Hospital Regional de Ibirité também apresenta especialidades cirúrgicas, como cirurgia oftalmológica, ortopédica, obstétrica, vascular e proctológica, além de cirurgias na área de mastologia, otorrinolaringologia e no aparelho geniturinário. Além disso, o setor de medicina diagnóstica do Hospital de Ibirité funciona 24hrs por dia, e tem total capacidade e estrutura para realizar exames simples e complexos, desde ultrassonografia e raio x, até tomografia com e sem contraste, endoscopia, colonoscopia, ecocardiografia, densitometria óssea, eletrocardiograma, eletroencefalograma e mamografia. Projetos com foco na saúde em Ibirité Desde o início do projeto de gestão compartilhada da saúde em Ibirité, diversas ações vêm sendo implementadas e otimizadas diariamente no HMRI, a começar pela informatização do atendimento e a total adequação dos serviços e das instalações às normas técnicas. Além da implantação das cirurgias por vídeo, a Prefeitura de Ibirité e o Instituto Mais Saúde também concluíram importantes melhorias na estrutura do hospital, incluindo a elaboração de uma brinquedoteca hospitalar, onde os pacientes da ala pediatra podem desenvolver atividades cognitivas e sociais. A UPA 24h recebeu uma nova recepção, de forma que ambas as unidades agora possuem novas salas e sistema inteligente de senhas e painéis eletrônicos. Enquanto isso, a maternidade também foi reformada, proporcionando maior conforto para as mamães da cidade, que também contam com o Projeto Aconchego em todo o período gestacional. A capacitação e preparação dos profissionais são mais uma prioridade do projeto. Os colaboradores do hospital realizam cursos e treinamentos periódicos, incluindo: Curso de humanização; Curso de Formação de Gestores; Curso de Ferramentas da Qualidade; Desenvolvimento da Equipe Assistencial. Resultados da gestão compartilhada da saúde em Ibirité Atendimento de 100% da demanda de exames laboratoriais, citopatológicos e de imagem; Aumento de 42% das internações; Aumento de mais de 153% das cirurgias; Aumento de 20,6% dos atendimentos da maternidade; Aumento de 302,5% dos atendimentos ambulatoriais de especialidades; Aumento de 9% da taxa de ocupação de leitos; Mais de 40.000 exames realizados por mês; Média de 144 procedimentos cirúrgicos realizados por mês; Mais de 500 internações por mês; Mais de 8.600 consultas realizadas na UPA (Unidade de Pronto Atendimento); 860 atendimentos por mês na maternidade, com média de 130 partos realizados por mês. Não deixe de acompanhar todos os resultados da gestão compartilhada da saúde em Ibirité. No blog e nas redes sociais do Instituto Mais Saúde, você fica por dentro de tudo o que acontece na área da saúde pública do município!

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Transtorno de ansiedade: Riscos, sintomas e tratamentos

Transtorno de ansiedade: Riscos, sintomas e tratamentos Inquietação, insônia, coração acelerado, tremor, dificuldade de concentração e dores de estômago fazem parte da rotina de quem sofre de transtorno de ansiedade. Todos nós, claro, já sentimos nervosismo antes de uma prova, de uma entrevista de emprego, ou de uma viagem, por exemplo. Mas apesar de muitos encararem da mesma forma, é importante saber distinguir um caso de outro! O transtorno de ansiedade começa quando esse nervosismo se torna diário e passa a prejudicar as tarefas mais comuns do indivíduo, como trabalhar, estudar e se relacionar socialmente, devido às constantes incertezas e inseguranças. Uma pessoa que “vive no amanhã” enfrenta dificuldades para cumprir com o que é importante hoje e, inclusive, se concentrar e tomar decisões. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 264 milhões de pessoas possuem transtorno de ansiedade no mundo. Um distúrbio comum, mas ainda assim não tratado corretamente na maioria das vezes. Sem o diagnóstico e o acompanhamento médico, o que era para ser simples pode resultar em problemas de saúde, como a depressão. Como identificar o transtorno de ansiedade? Entre os sintomas comuns do transtorno de ansiedade, podemos citar: Arritmia (disfunção nos batimentos cardíacos); Taquicardia (batimentos acelerados do coração); Falta de ar; Sensação de aperto no peito; Aumento da pressão arterial; Suor excessivo; Dor de cabeça; Problemas digestivos e intestinais; Náuseas; Dores musculares; Estresse; Insônia; Fadiga; Irritabilidade; Desânimo; Descontrole na alimentação. O que pode estar por trás do transtorno de ansiedade? Estudos apontam que a ansiedade é mais comum em mulheres e está principalmente relacionada à qualidade de vida, à alimentação e a fatores genéticos ou hormonais, podendo até mesmo ser hereditária. Além disso, esse transtorno pode estar associado a outros distúrbios, como síndrome do pânico, fobias, TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo), estresse pós-traumático, ou abuso de substâncias. Como funciona o tratamento contra a ansiedade? O primeiro passo para tratar o transtorno de ansiedade de forma adequada e assertiva é realizar o diagnóstico médico, por meio de uma consulta com um psiquiatra ou psicólogo. Muitas vezes, o preconceito faz com que as pessoas adiem ou evitem consultas com esses profissionais, mas é importante ressaltar que este é um processo comum e que só tem a agregar ao paciente. Há diversas opções de tratamento contra a ansiedade, como o farmacológico, que inclui o uso de medicamentos antidepressivos e ansiolíticos, ou ainda as terapias comportamentais e alternativas. Como prevenir e reduzir a ansiedade? Em conjunto à terapia e ao tratamento médico contra o transtorno de ansiedade, alguns cuidados fazem a diferença: Manter uma alimentação equilibrada e saudável; Praticar atividades que ajudam a combater o estresse e a relaxar, como dança e yoga; Evitar cafeína, drogas ilícitas ou o uso de remédios sem prescrição médica; Dedicar um tempo para cuidar do corpo e da mente, com massagens terapêuticas, por exemplo; Buscar contatos sociais e momentos de lazer

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Dores nas costas: As 5 causas mais comuns

Dores nas costas: As 5 causas mais comuns As dores nas costas são um dos sintomas mais comuns no dia a dia da população, independente de idade ou gênero. Esse sintoma apresenta diferentes causas, influências e tratamentos, podendo ter origem na coluna vertebral, nos músculos, nervos e, inclusive, em outras regiões do corpo. Entenda o que normalmente está por trás dessa dor e como tratá-la adequadamente! Principais causas 1. Contraturas ou espasmos musculares As lesões em músculos e tendões, decorrentes de pancadas, postura inadequada, excesso de peso ou exercícios físicos, podem provocar contraturas ou espasmos musculares, resultando em dores nas costas que costumam aliviar conforme os dias. Para amenizar o sintoma, é importante consultar um médico e administrar os remédios conforme a recomendação. 2. Fraturas As dores nas costas também podem ser decorrentes de uma fratura nas vértebras da coluna ou em ossos próximos à região. Esse tipo de lesão pode ser causado por alguma queda ou acidente, além de ser comum em casos de osteoporose, com a maior fragilidade dos ossos. 3. Lesões nas articulações Com o passar dos anos, as articulações que unem as vértebras da nossa coluna podem sofrer desgastes e deformidades, não apenas pelo fator do envelhecimento como também por sobrecarga no local, por exemplo. Esse processo de desgaste e lesões nas articulações é conhecido como artrose, especialmente comum em pessoas da terceira idade, e é responsável por provocar dores recorrentes nas costas e outras regiões. 4. Degeneração dos discos da coluna Os discos presentes entre as vértebras da coluna atuam como amortecedores e permitem a mobilidade do nosso tronco. Fatores como má postura, genética, envelhecimento, excesso de carga nas costas e movimentação repetitiva podem promover fissuras e desgastes nos discos, provocando dores na região. 5. Problemas não relacionados com a coluna Além das lesões ligadas aos ossos e aos músculos da região, as dores nas costas podem ser resultantes de doenças e problemas em outros órgãos, como infecções pulmonares, pancreatites, pedras nos rins e, inclusive, estresse. Dessa forma, é essencial consultar um médico e realizar os devidos exames, especialmente quando há a presença de outros sintomas e dores em outras regiões! Como aliviar as dores nas costas? Repouso: Procure se deitar em uma superfície reta e firme por alguns minutos, seja no próprio chão ou em um colchão mais duro; Compressas mornas: Aqueça uma compressa e aplique-a sobre o local da dor por, no mínimo, 15 minutos; Massagem: Realize massagens relaxantes e terapêuticas com um profissional especializado; Exercícios físicos e alongamentos: Pratique exercícios físicos que contribuam com o alongamento e fortalecimento dos músculos das costas, como o pilates; Lembre-se: Essas são apenas algumas dicas para o alívio momentâneo da dor. Não deixe de consultar um médico para o diagnóstico e o tratamento adequado!

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Dores de cabeça na adolescência: Conheça as principais causas

Dores de cabeça na adolescência: Conheça as principais causas A dor de cabeça, ou cefaleia, é com certeza um dos sintomas mais recorrentes e pode ocorrer desde a infância até a velhice. Entenda os diferentes tipos e causas desse sinal na adolescência! Cefaleia primária Caracterizada por dores de cabeça tensionais, as mais comuns na adolescência, a cefaleia primária não está associada a doenças e ocorre devido a contrações musculares, decorrentes principalmente do cansaço e do estresse. Essas dores costumam apresentar a sensação de pressão ou aperto, de intensidade leve ou moderada, e podem durar entre 30 minutos e 7 dias. A cefaleia primárica também pode evluir para crises de enxaqueca, geralmente ligada a um histórico familiar, ou aos hábitos de vida e de alimentação. A intensidade das dores costuma ser de moderada a intensa, com duração de 2 horas a 3 dias. Além disso, a enxaqueca também pode envolver sintomas como náuseas, vômitos, e sensibilidade à luz e ao barulho. Cefaleia secundária A cefaleia secundária é o tipo de dor de cabeça decorrente de outras doenças, como gripe, sinusite e febre. Como está associada a outros sintomas, o tratamento deve seguir as orientações médicas. No caso de sinais como alterações neurológicas, visuais ou comportamentais, convulsões, vômitos e dores intensas, é indispensável o diganóstico e o acompanhamento de um neurologista, já que o sintoma pode estar associado a problemas mais graves. Vale ressaltar que, mesmo parecendo simples e passageiro, todo sintoma deve ser avaliado por um médico, de forma a garantir o tratamento adequado!

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Colesterol: Entenda o que é e como prevenir

Colesterol: Entenda o que é e como prevenir O colesterol é um tipo de lipídio (gordura), produzido por nosso organismo, para desenvolver funções essenciais, como a produção de hormônio e vitamina D. Cerca de 70% de todo o colesterol presente em nosso corpo é produzido naturalmente. No entanto, ele também é absorvido por meio de alimentos, como os de origem animal (carne, queijo e manteiga), ou frituras. O excesso dessa gordura no sangue é prejudicial e aumenta o risco de desenvolver doenças cardiovasculares, como infarto. Colesterol bom x colesterol ruim Ao contrário do que alguns pensam, não existe apenas a gordura ruim em nosso corpo. A gordura boa é importante para o bom funcionamento do organismo, para a realização das atividades diárias e, inclusive, para prevenção do excesso de gordura ruim nas artérias. Esse tipo de colesterol é conhecido como hdL (lipoproteína de alta densidade) e é proveniente do nosso próprio processo metabólico, ou de alimentos balanceados como as sementes oleaginosas (castanha de caju, castanha do Pará e amêndoas) e carnes magras. Quanto ao colesterol ruim, conhecido como ldL (lipoproteína de baixa densidade), pode prejudicar a metabolização dos alimentos e provocar o entupimento das artérias, em caso de excesso no organismo. 5 Dicas importantes para prevenir o colesterol alto Para manter os níveis adequados de colesterol no sangue, é fundamental manter uma alimentação equilibrada, pobre em gorduras saturadas e açúcares, bem como realizar o acompanhamento médico e check-ups periódicos. Além disso, algumas dicas importantes são: Consumir alimentos ricos em Ômega-3, como peixes e amêndoas. Eles promove ações anti-inflamatórias no organismo; Evitar alimentos gordurosos, como carnes gordas e frituras. Essa é a principal causa do colesterol ruim; Praticar exercícios físicos regularmente; Ingerir alimentos ricos em fibras, como feijão, aveia e cereais. Eles reduzem a absorção da gordura no intestino; Evitar o cigarro. O tabagismo promove a fixação do colesterol nas artérias.

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Métodos contraceptivos: Tire suas dúvidas!

Métodos contraceptivos: Tire suas dúvidas! Você conhece a eficácia dos principais métodos contraceptivos? Ainda tem dúvidas sobre alguns mitos e verdades sobre esse assunto? Confira o conteúdo que preparamos sobre o tema e saiba como se prevenir da melhor forma! Quais são os principais métodos contraceptivos? Existem dois tipos de métodos contraceptivos: os hormonais, como a pílula anticoncepcional, e os não hormonais, como a camisinha. A adaptação e o índice de falha variam conforme o organismo de cada mulher, portanto, é fundamental realizar o acompanhamento com um ginecologista antes de optar por um método preventivo! Entenda a eficácia de cada método: Hormonais Pílula                                                                                  0,1% de falha Injeção anticoncepcional                                              0,1% de falha SIU                                                                                     0,1% de falha Implante                                                                            0,1% de falha Anel vaginal                                                                      0,1% de falha Adesivo anticoncepcional                                             0,1% de falha Pílula do dia seguinte                                                     5% a 20% de falha Não hormonais DIU                                                                                     Menos de 1% de falha Vasectomia                                                                      Menos de 1% de falha Laqueadura                                                                     Menos de 1% de falha Camisinha                                                                         8% a 20% de falha Diafragma                                                                         8% a 20% de falha Vale ressaltar que, em todos os casos, a camisinha é sempre o método mais recomendado, pois além de prevenir a gravidez, também evita doenças sexualmente transmissíveis, como AIDS, Sífilis, HPV e Herpes. Em casos em que a camisinha estoura, ou não há a prevenção correta com o anticoncepcional, é indicado a contracepção de emergência, conhecida a pílula do dia seguinte. Esse método apenas funciona antes da fecundação do óvulo, portanto, o ideal é que aconteça o quanto antes, dentro do prazo de 72 horas. É importante lembrar que a pílula do dia seguinte deve ser utilizada apenas quando não há alternativas, e nunca pode ser ingerida mais de uma vez por mês, já que o alto nível hormonal do remédio pode causar efeitos colaterais e alterar o ciclo menstrual, além de perder a eficácia conforme a quantidade de doses. Esquecer o anticoncepcional um dia aumenta o risco de engravidar? Sim! A pílula anticoncepcional deve ser tomada sempre no mesmo horário, todos os dias. Em casos de atraso, o ideal é que a mulher tome a pílula em um período de até 12 horas depois do horário habitual, o que já compromete a eficácia do remédio. Assim, é sempre importante manter o acompanhamento com um ginecologista e seguir a prescrição médica! Emendar duas cartelas de pílulas para evitar a menstruação faz mal? Não, a emenda da cartela não causa prejuízo algum ao organismo, inclusive ameniza os sintomas da TPM. Alguns especialistas até recomendam o método na prevenção da endometriose. Porém, é sempre necessário consultar um médico antes. O anticoncepcional reduz a TPM? Sim, além de atuar como regulador do período menstrual, o anticoncepcional também minimiza os sintomas da TPM (Síndrome Pré-Menstrual), como a cólica, ansiedade e acne. Conte com o seu médico para escolher o melhor método contraceptivo, além de realizar os exames periódicos e manter a sua saúde íntima. Doenças como o câncer de mama e de cólon de útero podem ser prevenidas e combatidas a partir do diagnóstico e acompanhamento com um ginecologista!

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Intolerância ao glúten: Entenda o que é e quais são os pontos de atenção

Intolerância ao glúten: Entenda o que é e quais são os pontos de atenção Cerca de 2 milhões de brasileiros apresentam intolerância ao glúten, que varia desde uma simples reação até o agravamento dos sintomas e desenvolvimento da doença celíaca. Essa sensibilidade pode surgir na infância ou na fase adulta e, sem o tratamento adequado, causa grandes prejuízos ao funcionamento do intestino, prejudicando a absorção dos nutrientes. Primeiro, o que é o glúten e por que ele faz mal a algumas pessoas? O glúten é uma proteína naturalmente presente em muitos cereais, como o trigo, o centeio e a cevada. Dessa forma, é encontrado em pães, cervejas, chocolates e massas, por exemplo. O que acontece é que, em alguns casos, o intestino rejeita a substância, desencadeando uma reação do sistema imunológico que provoca danos severos ao órgão. Quais são os sintomas da intolerância ao glúten? Entre os principais sinais, estão: Dor de estômago; Inchaço abdominal; Diarreia ou prisão de ventre; Gases em excesso; Vômito; Anemias; Alterações na pele; Diminuição da fertilidade; Alterações do ciclo menstrual. Diagnóstico e tratamento A intolerância ao glúten pode durar anos ou a vida inteira, mas uma dieta adequada, isenta da proteína, pode amenizar os sintomas e até mesmo reverter a sensibilidade. Quando não diagnosticado e tratado corretamente, o quadro pode evoluir para a doença celíaca, inflamando e atrofiando as paredes do intestino, que perde gradativamente a capacidade de absorver os nutrientes dos alimentos e, inclusive, algumas medicações. As causas da alergia ao glúten ainda não são totalmente comprovadas, embora os médicos acreditem que ela esteja associada a uma predisposição genética, bem como a piora na qualidade de vida, o estresse e o alto consumo de alimentos processados, industrializados, ou geneticamente modificados. Além da avaliação dos sintomas, é possível diagnosticar a reação a partir dos seguintes exames: Exame de fezes: Teste Van der Kammer; Exame de urina: Teste D-xilose; Exames de sangue: Testes sorológicos Anti Gliadina, Endomísio e Transglutaminases; Biópsia intestinal. Não deixe de realizar o acompanhamento médico para o diagnóstico e o tratamento adequado da intolerância ao glúten!

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